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Por onde começar?

A necessidade de ter muito dinheiro disponível para fazer qualquer aplicação financeira é quase um senso comum no Brasil, mas essa ideia parece estar mudando aos poucos. Números divulgados recentemente pelo Datafolha mostram que quatro entre dez brasileiros que possuem renda têm algum investimento financeiro.

O hábito de poupar está crescendo. Mas, para a Associação de Educadores Financeiros (Abefin), guardar dinheiro ou gastar é uma atitude emocional e tem mais a ver com o psicológico do que com o financeiro.

O presidente da associação, Reinaldo Domingos, acredita que não adianta poupar sem traçar um objetivo ou um sonho porque ‘recurso sem carimbo’ facilmente vira consumo. A ideia de construir uma reserva financeira, segundo ele, não passa de geração para geração: “Existe a atitude de falar, mas não de praticar”.

Foi-se o tempo em que a velha conhecida caderneta de poupança era a única opção disponível para fazer o seu dinheiro render. A partir das muitas opções de investimentos, existem caminhos bem possíveis de traçar para transformar aquele projeto de vida em realidade. No entanto, nada disso faz sentido se um desejo ou sonho de vida não existir.

A dica mais bacana que podemos dar é que você passe a pensar em sua educação financeira.

Historicamente, o brasileiro está acostumado a guardar dinheiro porque passamos por épocas bem mais instáveis em nossa economia cotidiana do que vivemos hoje em dia. Apesar disso, não é muito do nosso feitio ter a iniciativa de poupar parte do que ganha, quanto mais passar a pensar em rentabilizar essa quantia.

Mas, calma! Isso não quer dizer que, de uma hora para outra, você precisa entender a fundo as teorias econômicas e saber nos mínimos detalhes como o mercado financeiro funciona na prática. [Educação financeira tem mais a ver com o autoconhecimento do que saber de assuntos relacionados à teoria econômica. Disciplina é a palavra-chave quando se fala em investir!]

O tema educação financeira nunca foi tão valorizado como agora. O assunto já faz parte do currículo escolar e o sucesso de plataformas e soluções tecnológicas de gestão e planejamento financeiro servem de catalisador desse interesse. Com o tempo, as pessoas passarão a encarar os investimentos de forma mais natural e a tecnologia ao alcance das mãos será um dos caminhos para essa transição.

 

OK, entendi!

O que devo fazer então para ingressar nesse mundo?

 

Organizar os gastos e cortar despesas desnecessárias é importante. Ter em mente que o dinheiro destinado às suas aplicações deve ser aquele que não fará falta no orçamento de sua casa ou de sua família também faz a diferença.

A ideia aqui não é que você trabalhe para virar um expert e sim para fazer o que estiver ao seu alcance para que o dinheiro trabalhe por você, criando assim as melhores oportunidades para atingir seus objetivos.

[É exatamente nesse ponto que a Sooner entra! Sabemos que a mudança de comportamento das pessoas é gradativa, mas temos essa transformação como filosofia].

Como mostramos por aqui no post anterior, o primeiro passo é definir qual o seu perfil para conseguir lidar melhor com a movimentação financeira do seu dinheiro. [independente do tipo de aplicação escolhida e da quantia investida, por menor que seja].

Com essa informação na mão, é importantíssimo ter seu projeto estruturado. Não basta ter um objetivo sem saber dos detalhes! [Lembre-se: “Eu quero ter uma casa” é muito diferente de “Eu vou comprar um apartamento de 2 quartos daqui a três anos, vou dar entrada de 40% do valor do imóvel e financiar o restante, se possível em 20 anos”].   

[Dica Sooner: Poupar e investir são dois atos complementares e um pode servir de ajuda para o outro].  

Com essas respostas, você está preparado para fazer a primeira tentativa. [Aqui na Sooner, proporcionamos opções de investimentos que façam sentido!] Usamos nossa experiência e nossas ferramentas para transformar seus rendimentos em projetos de vida!

 

PRONTO PARA COMEÇAR?  

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